Sergius Erdelyi
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HISTÓRIA DOS MUSEUS DE ARTE SERGIUS ERDELYI

São muitas as características que perfazem o charme do município de Tijucas do Sul, aprox. 60 km de Curitiba, porém, sem dúvida, o artista Sergius Erdelyi ocupa um lugar todo especial.

Criador incansável, Sergius Erdelyi acumulou ao longo de sua vida um vasto acervo artístico que, uma vez em Tijucas do Sul, só fez aumentar, contando, hoje, com mais de 4.000 obras. Assim, nada mais óbvio, que se fez necessária a construção dos seus próprios museus. Porém, para sermos justos, devemos considerar que sua bela casa, em estilo austríaco, foi e continua sendo um museu familiar, acrescidos dos ateliês da casa!

Primeiro Museu Sergius Erdelyi

Com recursos próprios, bem como algum incentivo do Governo do Estado, Erdelyi edificou o primeiro museu na propriedade do amigo Tito Gava, já falecido.

Este primeiro museu foi construído em madeira e telhas em fibro-cimento, decorada com motivos ornamentais idealizados pelo próprio artista. A inauguração se deu em 24 de fevereiro de l989, com a presença do então Governador Álvaro Dias, bem como do Secretário René Dotti e de Antenor Batista Rocha, na época prefeito de Tijucas do Sul.

O museu, hoje desativado, esteve aberto ao publico de 1989 a 2001, recebendo, durante este período, a visita de mais de 10.000 pessoas.

O novo Museu de Arte Sergius Erdelyi

Em profícua colaboração com o professor Clemente Ivo Juliatto, Reitor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, estudou-se diversos projetos de museus, sendo o escolhido a idealização de Sergius Erdelyi, na área denominada “Pro Ação” de propriedade da Associação Paranaense de Cultura (APC), mantenedora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em Tijucas do Sul, bairro Lagoa.

A construção foi iniciada em março de 2003 e concluída em fins de 2004, mais precisamente, a inauguração se deu em 2 de dezembro de 2004, na presença do Reitor, Prof. Ivo Juliatto e demais personalidades de destaque.

O novo Museu de Arte Sergius Erdelyi, ampliado em 2007, posteriormente com dois novos pavilhões, abriga inúmeras obras das mais diversas técnicas e estilos: pinturas sobre vidro, madeira, papel, em acrílico e óleo, além de composições digitais, colagens sobre vidro, vitrais de mosaico de vidros, esculturas em isopor, madeira, alumínio. Outrossim, contem obras que o artista ainda criou em Viena, Áustria, como, por exemplo, pinturas a óleo sobre madeira.

O pátio interno do Museu (ver foto), consiste na montagem de um Relógio do Sol, que joga sua sombra em uma composição de linhas executadas com mosaico e mostram o passar do tempo no ano inteiro. O conjunto foi denominado por Sergius de Gaiola do Tempo.

Vale ressaltar a belíssima paisagem que envolve as referidas construções, composta por serras, matas, rios, verdadeiras obras de arte da natureza.

Ainda deve ser mencionada a exposição “a céu aberto”, ou seja, o Parque de Esculturas, os mais de 2.000 metros quadrados, onde as esculturas parecem brotar do solo, com o memorial em forma de muralha ao fundo! Todo o conjunto formando um belíssimo contraste com a natureza ao redor!

Relógio do Sol

No interior dos novos pavilhões  espera pelo visitante a fase que o artista denomina de Spectroholográfica.São quadros e esculturas feitas a partir de CDs virgens.

Atualmente, algumas partes deste singular museu abrigam, também, obras da série Mutações e Xadrez, fundidas em bronze, bem como alguns tapetes manufaturados com a técnica Smirna.

Este novo museu vem recebendo visitas periódicas de escolas, turistas, dirigentes de empresas multinacionais da região metropolitana de Curitiba, bem como interessados dos mais diversos segmentos de arte, inclusive do exterior.

É válido observar a visita da ministra Dra. Sàrolta Schredl, do Ministério da Arte, Educação e Cultura da Áustria, hospedada na casa do artista em outubro de 2011. Dra. Schredl representou o  Künstlerhaus, um dos mais tradicionais espaços culturais da cidade de Viena (desde o século 19).

Ainda deve ser mencionada a exposição “a céu aberto”, ou seja, o Parque de Esculturas, os mais de 2.000 metros quadrados, onde as esculturas parecem brotar do solo, com o memorial em forma de muralha ao fundo! Todo o conjunto formando um belíssimo contraste com a natureza ao redor!

Trata-se de esculturas de diversos estilos e materiais, lembrando obeliscos, pirâmides, arte moderna,  sem dúvida uma obra de cunho todo especial, não apenas para a região de Tijucas do Sul, como também para o Brasil e que, não por último, despertou e desperta o interesse dos visitantes de órgãos culturais do exterior.

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